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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Memórias de Lacy dos Santos Farias

Bruno Farias, sua avó Lacy dos Santos Farias e o irmão
 dela, Élbio Pereira dos Santos (Foto: Eliana dos Santos)
Enquanto minha avó Lacy dos Santos Farias (viúva de Saul Portella Farias) esteve hospitalizada agora em novembro de 2013, tivemos tempo de sobra para conversar. E pude fazer ela recordar, juntamente com seu irmão Élbio Pereira dos Santos, sobre a vida de seus pais e avós. Lacy recordou que seus avós maternos Izabelino Alves e Marciana Campello (pais de sua mãe Jovita Campello Alves) viviam em um rancho de torrões no Monte Bonito, em Pelotas/RS.

Izabelino Alves e Marciana Campello

Ela lembra de seu avô contando sobre a fuga na época da guerra, quando ele veio da Argentina até aqui "a pé, se escondendo pelos matos" conta Lacy. Segundo ela já havia contado em outra ocasião, ele desertou e veio pro Brasil, onde casou com a brasileira e fixou residência. E a família de Marciana Campello era de ferroviários de origem italiana, trabalhadores da ferrovia que fez o transporte das pedras para a construção dos molhes de São José do Norte/RS. De acordo com os registros de casamento de Izabellino e Marciana (10/01/1897), ambos eram solteiros. Ele tinha 21 anos, era agricultor e seus pais eram Bonino Alves e Mathildes Alves; e ela tinha 19 anos, sendo filha de Florisbello da Costa Campello e de Clara Campello

Já o pai de Lacy e de Élbio, Antero Pereira dos Santos, teria sangue indígena por algum dos lados de sua família segundo acreditam seus filhos (apesar de não saberem mais detalhes), e era de Canguçu/RS. Antero era filho de Galdino Pereira dos Santos e de Josephina Francisca de Oliveira, segundo a certidão de nascimento de Lacy. De acordo com o registro de casamento do casal (assinado em cartório no dia 12/03/1910), ambos já eram viúvos e Galdino tinha 50 anos. Ele era filho de Cândido Pereira dos Santos e Felicidade Maria de Jezus dos Santos, na época já falecidos, e ela era natural de "Cangussú" e era filha de Baltazar Francisco de Oliveira, já falecido, e de Anna Maria de Oliveira.

Mas uma das histórias interessantes e quase que perdidas da família é a de que os Pereira dos Santos teriam doado seu sobrenome a escravos em Canguçu/RS para que estes recebessem a alforria. O fato teria ocorrido devido aos donos desses escravos não quererem deixar herança para eles - e a condição para a libertação era a de que os ex-cativos se registrassem com sobrenome de outras famílias, nesse caso, dos empregados da estância, na proporção de um escravo por empregado. Pouco se sabe sobre o fato em si, porém esta é mais uma dessas histórias que, por pouco, não se perdem para sempre.

Antero Pereira dos Santos ainda jovem,
décadas de 1920 a 1930 aproximadamente
Antero Pereira dos Santos se casou aos 19 anos com a mãe de Lacy e Élbio, Jovita Campello Alves, e o casal morou durante algum tempo no Monte Bonito, onde tiveram seus primeiros filhos. E Lacy também viveu seus primeiros anos naquela mesma localidade, onde conta ter visto na infância os trens cruzando o enorme túnel da ferrovia, hoje abandonado. Quando Lacy tinha 3 anos de idade aproximadamente, a casa de madeira onde a família morava pegou fogo.

Na época tudo era iluminado com velas, e o fogo pegou na hora em que seu pai Antero foi junto com os sobrinhos dar comida para os animais. "Uma vela caiu e ateou fogo na casa. O forro da casa era de bambus, então quando o fogo chegou ali aí sim é que pegou forte. " recordou Lacy. Também de acordo com ela, sua avó Josephina (que na época já morava junto com a família) pegou duas crianças, sua mãe Jovita pegou outras duas e todos saíram correndo. Naquela noite, tiveram que dormir na casa da tia da avó, chamada "Florência", do lado oposto da estrada.

No dia seguinte ela e o irmão Alcides, que eram os mais velhos, precisaram buscar os tamanquinhos na casa incendiada. Naturalmente eles também estavam queimados, mas ela e o irmão ganharam tamancos novos de um comerciante do Monte Bonito chamado Osmar Pinho, onde a família costumava comprar. Lacy lembra que o antigo armazém tinha ferraria e vendia todo tipo de gêneros, desde alimentos a granel, ferragens, tecidos e roupas prontas, calçados, entre outros. O comércio de Osmar Pinho ficava na época bem em frente à subprefeitura, à telefônica, à escola, etc...

Até então, parte da renda da casa vinha dos metros de lenha vendidos em achas para Gaspar Pinho, pai de Osmar. Mas agora sem ter moradia, Antero resolveu procurar um novo serviço para poder sustentar sua família. Foi quando ele ouviu falar de uma vaga no campo da família Mota, na Gama. Mas apesar de ter sido desencorajado por seu vizinho Gaspar Pinho, que teria dito algo como "Tu não pára nem um mês lá", Antero botou sua família e todos os pertences que restaram em uma carreta de bois e apostou tudo nessa nova possibilidade. E se foram para o campo dos Mota, tendo permanecido lá por vários anos.
Jovita e Antero (junto a sua mãe Josephina) e seus filhos
 mais velhos, décadas de 1930 a 1940 aproximadamente

Na infância, Lacy e Alcides que eram os filhos mais velhos costumavam lidar e também brincar com os animais da família. E uma das brincadeiras preferidas de Lacy era a corrida a cavalo, conhecida na região como "carreira". Bastava um desafio de alguma outra criança, geralmente um menino, e lá estava ela apostando corrida. Numa dessas brincadeiras de montaria ela subiu em uma vaca chucra, que logo corcoveou e em seguida saiu em disparada por dentro de uma vala. A pequena menina se abaixou rente ao lombo do animal, mas acabou se enganchando em um arbusto de maricás e acabou caindo na lama.

Aos 13 anos de Lacy aproximadamente, lá na primeira metade da década de 1940, conta-se que Antero trasportou areia em 3 carretas de boi (cada uma com 2 juntas, ou 4 bois) para uma reforma na Igreja da Luz. Acredita-se ter sido mais ou menos na mesma época em que ele e sua família vieram morar nas proximidades de onde hoje está o Supermercado Pois Pois, no encontro das avenidas Juscelino Kubitschek (que até ser pavimentada era um córrego), São Francisco de Paula (na época Corredor das Tropas) e República do Líbano. Segundo seu filho Élbio Pereira dos Santos, a areia era retirada em um sangão no Monte Bonito e vinha sendo trazida pelo seguinte trajeto: Monte Bonito - Gama - Passo do Sinot - Av. 25 de Julho - Av. São Francisco de Paula - Passo do Pepino (+- na altura da R. Anchieta?) - Igreja da Luz. Élbio conta também que o paradouro utilizado para descanso era nas proximidades do atual condomínio Rua Brasil.
Élbio Pereira dos Santos e família, década de 1970 aproximadamente

Anos depois a família foi morar nas proximidades de onde anos depois foi construída a Caixa D´água do bairro Bom Jesus, local no qual Antero e Jovita viveram até as décadas de 1980 e 1990, respectivamente.

 Veja mais documentos e informações sobre a família de 
Antero Pereira dos Santos e Jovita Campello Alves no post:


Confira também
Ouça o relato do o ex-tropeiro José Contreira, que trabalhou 
uma época com Antero Pereira dos Santos, quando este 
trabalhava com compra e venda de cavalos na colônia

Molleja

Molleja assada na brasa (Foto de Adriana Pires Neves)

Outro prato tipico da parrillada uruguaia é a molleja. Pra quem gosta de miúdos é uma ótima pedida, já que a molleja "É na verdade a glândula chamada TIMO que é reponsável pela imunidade em animais jovens, Esta glândula desparece gradualmente com a idade. Portanto é resultado do abate de animais bem jovens", conforme contou Adriana Pires Neves, autora da foto acima.

Também segundo Adriana, o preparo é feito da seguinte forma: "se faz na grelha ou parrilla. [...] Sal a gosto, e o único cuidado que se tem que ter, é que ela pinga muita gordura e pode criar labaredas e queimar. O sal utilizado é fino e pode colocar depois. Um limãozinho na hora de consumir é essencial."

O dicionário de culinária Cyber Cook explica que a molleja, também chamada de "animela", é "Muito disputada pelos gourmets. Na França, é conhecida com ris de veau."

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pescoço de ovelha assado


Outro corte da ovelha muito apreciado é o pescoço da ovelha. Preparamos um aqui, cortesia de Flávio Portella Farias:

Corte o pescoço em postas, separando as vértebras para que a carne asse melhor. Tempere, acenda o forno e espere. Aqui usamos sal e chimi-churry uruguaio.

 Apesar do corte ter pouca carne, esta é muito saborosa. Aqui o pescoço de ovelha já está pronto.

Outra vantagem deste corte é o tutano contido no interior do osso. Pra quem gosta, é um "prato cheio"!

E agora é só degustar o pescoço ovino assado!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

As músicas de Cláudio de Souza Farias


Um artista bastante conhecido que temos na família é o primo Cláudio Souza Farias, filho do tio Heitor Portella Farias e da tia Jesuína.


Uma delas, entitulada "Guardião das Ventanias", foi finalista 24o. Festival Universitário da Canção (FUC) de 2011, em Ponta Grossa/PR. Outra, chamada de "Tempo novo, tempo bom", participou do Festival Estadual Sesi Música 2012.


Com diferentes composições premiadas e participantes em festivais, ele tem um canal no site Youtube com suas músicas: https://www.youtube.com/user/claudiosouzafarias?feature=watch

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Coração de ovelha assado


Uma ótima pedida pro churrasco é assar o coração da ovelha. A forma de preparo é muito simples:


Pegue alguns corações ovinos e abra-os pra que assem mais rápido.


Depois é só espetar e colocar na brasa e esperar assar bem, já que é uma carne mais densa e que necessita de bastante caloria pra ficar bem macia.


E está pronto o coração de ovelha assado. Muito bom com farinha de mandioca e, de preferencia, com um pãozinho. Bom apetite!

Texto, fotos e preparo: Bruno Farias

sábado, 29 de dezembro de 2012

Tripa gorda

 
 
Um prato tradicional uruguaio, que pode ser encontrado nas parrilladas, é a tripa gorda. O prato consiste basicamente num pedaço de tripa bovina recheado com farofa e assado na brasa.

 
A tripa gorda é uma verdadeira iguaria, muito saborosa e encontrada à venda em poucos locais. Geralmente em parrilladas. Vale a pena provar.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O túmulo dos Portella

A luxuosa parte antiga do cemitério São Francisco de Paula (Bruno Farias)

Conversando com minha tia-avó Irene (Portella) Farias Oliveira, filha de Osvaldo Farias e Aurora Portella Farias, obtive uma valiosa informação sobre o túmulo onde estão seus avós maternos Cupertino Dias Portella e Belenira Barbosa Portella.

Exemplares de arte tumular na mesma parte do cemitério (Bruno Farias)

De acordo com Irene, os restos mortais deles estão na parte antiga do cemitério São Francisco de Paula em  Pelotas/RS. Ao descrever um túmulo grande e cercado por grossas correntes que fica em frente ao de seus avós, ela mencionou sem saber o jazigo do Coronel Alberto Rosa. Isso facilitou muito a localização da sepultura de nossos antepassados em poucos minutos com a ajuda de um funcionário do cemitério.

O túmulo do Coronel Alberto Rosa e família (Bruno Farias)

Na carneira indicada por ela constam apenas dois nomes. Um deles é o de Domingos Dias Portella (e família), falecido em 08 de agosto de 1913, segundo a administração do cemitério.

Lápide de Domingos Dias Portella, falecido em 1914 (Bruno Farias)

De acordo com o "Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro - 1891 a 1940", que era uma espécie de guia de endereços da época, Domingos Dias Portella tinha um armazém de secos e molhados a varejo em Pelotas/RS no ano de 1914:

Detalhe do "Almanak" cita Domingos Dias Portella (Site memoria.bn.br)

Também de acordo com a administração, no mesmo local estão guardados os restos de um segundo Domingos Dias Portella, falecido em 7 de agosto de 1947. E, segundo a mesma publicação citada acima, Domingos Dias Portella Filho foi inspetor seccional da administração do município.

Outra página da mesma publicação menciona
Domingos Dias Portella Filho (Site memoria.bn.br)

Também foram encontrados mais dois "Dias Portella" de Pelotas/RS no mesmo almanaque. No ano de 1930 consta um Francisco Dias Portella que tinha um armazém de secos e molhados na avenida 20 de Setembro, número 104.

Em 1930 existiu um armazém de secos e molhados no nome de
Francisco Dias Portella, na av. 20 de Setembro (Site memoria.bn.br)

E em 1946 figura na lista um senhor chamado João Dias Portella, proprietário de um açougue na rua Marquês de Caxias, número 80.

1946 - O açougue de propriedade de João Dias Portella (Site memoria.bn.br)

Voltando ao cemitério, está escrito no mesmo ossário o nome de D. Francisca Portella, falecida em 07 de agosto de 1900. Até o presente momento nada se sabe sobre essa pessoa além de seu nome e a data de seu falecimento.


Falta verificar no cartório qual seria exatamente o parentesco destes com Cupertino Dias Portella e Belenira Barbosa Portella. Em breve, mais novidades...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

2012 Memórias de Zaira Farias Freitas

Zaira Farias Freitas e seus irmãos Flávio Roberto Portella Farias e Osvaldo
Portella Farias, filhos de Aurora Portella Farias e Osvaldo Farias (Foto de Bruno Farias)

Conversando com Zaira (Portella) Farias Freitas, de 80 anos, obtive algumas informações sobre a história da família Farias que há muito eu vinha procurando. Sendo uma das filhas mais velhas de Aurora (Barbosa) Portella Farias e de Osvaldo Farias, ela naturalmente se recorda de certos fatos com mais detalhes do que seus irmãos e irmãs mais novos.

Uma das charqueadas nas quais Francisco de Paula Farias trabalhou ficava
no local onde depois foi erguido o frigorífico Anglo (Foto de Bruno Farias)

Uma das lembranças de Zaira é a descrição de seu avô paterno Francisco de Paula Farias. Segundo ela, ele era baixinho, careca com cabelo bem branco e crespo, barrigudinho e estava sempre afiando sua faca - característica de um bom carneador. Zaira disse também que ele trabalhou, entre outros lugares, na antiga charqueada Moreira, que ficava onde depois foi construído o frigorífico Anglo.


Outra recordação dela é a de que o nome de seu bisavô, pai de Francisco de Paula Farias, era Januário. Realmente, este fato já havia sido constatado através da certidão de nascimento de Bruno Timóteo Pires Farias, irmão de Osvaldo, lavrada em 1914 e arquivada no Cartório Dunas, também em Pelotas. Também de acordo com Zaira, a família de seu bisavô Januário Lemos Farias era de Mostardas/RS: "Mamãe sempre contava essas histórias" lembra. Quanto à versão de que seu avô Francisco teria vindo do Uruguai, ela acredita que provavelmente ele tenha passado um período por lá antes de voltar ao Brasil, mas que na verdade a família de Januário e de Francisco de Paula Farias era proveniente de Mostardas.

Tropa de gado circula pela Estrada do Passo dos Carros, em Pelotas/RS (Bruno Farias)

Zaira lembra também que seu pai Osvaldo foi tropeiro, tendo viajado pra diversas cidades da região em busca de gado pra ser revendido nas charqueadas de Pelotas/RS. E também costumava levar animais para outros locais mais distantes, sendo que numa dessas viagens ele chegou a ir até a cidade de Castro, no Paraná. Ele geralmente ia acompanhado por três tropeiros: "Mamãe fazia rabada cozida e colocava embaixo da sela dos cavalos pra eles levarem na viagem" conta.

Curral circular de terra similar ao existente na antiga propriedade 
dos Portella, ambos na Estrada do Passo dos Carros (Bruno Farias)

As paradas durante essas tropeadas costumava ser feita em currais ou piquetes que podiam ser construídos com diversos materiais, entre eles os torrões de terra. E foi justamente numa dessas paradas na Estrada do Passo dos Carros, mais precisamente na propriedade da família Portella, que Osvaldo Farias conheceu sua esposa Aurora Barbosa Portella.

Almanaque de 1914 anunciava Cupertino Dias Portella como
proprietário de "mangueiras de aluguel" (Site memoria.bn.br)

De fato, o Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro confirma que, pelo menos entre 1911 e 1916, Cupertino Dias Portella realmente tinha uma mangueira de aluguel em Pelotas/RS. Zaira conta que seus pais se viram pela primeira vez quando sua mãe Aurora foi levar água para os tropeiros hospedados no curral existente no campo de sua família, entre eles Osvaldo Farias.


O casamento de Osvaldo Farias e Aurora Portella Farias foi realizado
 na casa do pai do noivo (Fotos: Bruno Farias / Acervo da família Farias)

Ela contou também que na casa de seu avô paterno Francisco de Paula Farias, na esquina da Av. Domingos de Almeida com a Av. São Francisco de Paula, em Pelotas/RS, foi celebrado o casamento de seus pais Osvaldo Farias e Aurora (Barbosa) Portella Farias.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Doce de abóbora


Nem só de sal e de charque Pelotas é feita. Uma outra importante tradição da cidade são os doces. Por isso trazemos a receita do doce de abóbora, que é muito fácil de fazer:



Descasque a abóbora e corte-a em cubinhos


Pese a abóbora picada e cubra ela com a metade do seu peso em açúcar. Espere algumas horas até que a umidade da própria abóbora derreta um pouco o açúcar.


Coloque a abóbora e o açúcar num tacho, leve ao fogo e fique mexendo todo tempo enquanto o doce se derrete, cuidando pra que ele não grude no fundo. Alguns pedaços de canela em rama dão um toque especial de sabor à receita.


Não coloque nada de água na mistura, pois isso fará com que o doce borbulhe e salte pra fora da panela - já que a água não se mistura com o doce. Siga mexendo sem parar por aproximadamente 3 horas. 


E está pronto o doce de abóbora. Até a próxima!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Arroz com galinha


Um prato que costuma ser apreciadíssimo pelo gaúcho é o arroz com galinha. Vejamos o seu preparo:


Corte 1 Kg de galinha em pedaços (no caso de usar sobrecoxas, corte-as ao meio para que os pedaços cozinhem melhor. Refogue 2 cebolas 1 punhado de cebolinhas picadas numa panela grande.


 Em seguida frite os pedaços de galinha junto com o refogado e, logo após, o arroz.


Adicione água e, se quiser, uma batata cortada em pedacinhos. Também podem ser colocados no arroz com galinha: alho, pimentão, cebola e temperos.


E está pronto o arroz com galinha. Cai muito bem com uma farofinha!