CLIQUE AQUI para pedir seu livro GEOGLIFOS GAÚCHOS com frete grátis* pra todo o Brasil

CLIQUE AQUI para pedir seu livro GEOGLIFOS GAÚCHOS com frete grátis* pra todo o Brasil
R$ 29,90 cada -*Informe-se sobre as condições da promoção - www.facebook.com/geoglifosgauchos

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Década de 1950: casamento de Lacy Alves dos Santos e Saul Portella Farias

Saul Portella Farias e sua esposa Lacy Alves dos Santos Farias, ainda na juventude 


Saul Portella Farias, neto do trabalhador das charqueadas Francisco de Paula Farias (1867-1941) e de sua esposa Anna Domingas Vicência da Conceição (187, nasceu em 14 de junho de 1929 e era filho de Osvaldo Farias e Aurora (Barbosa) Portella Farias. Assim como seus irmãos, Saul era muito arteiro e são lembradas até hoje as histórias das brincadeiras feitas por ele na infância e adolescência. Após servir o exército e sua família se mudar de Cerrito/RS para Pelotas, ele conheceu Lacy Alves dos Santos, com quem se casou no início da década de 1950.

Jovita e Antero ainda jovens junto à mãe dele, Josephina
Franciscade Oliveira dos Santos e a alguns dos filhos do casal

Lacy nasceu em 1930. É filha de Jovita (Campello) Alves dos Santos e de Antero Pereira dos Santos. Quando seus filhos ainda eram pequenos, a casa onde eles viviam pegou fogo e então Antero foi trabalhar como capataz em uma estância no interior de Pelotas. Depois, já residindo na atual área urbana do município, nas imediações do encontro das avenidas República do Líbano com a São Francisco de Paula, Antero passou a comerciar cavalos, comprando os animais e revendendo-os na colônia. Por último eles moraram nas proximidades da Caixa d´água do bairro Bom Jesus.


Antero e Jovita na década de 1970

O pai de Antero era o agricultor Galdino Pereira dos Santos, nascido/batizado em 1860, filho de Felicidade Maria de Jesus dos Santos e de Cândido Pereira dos Santos).  Ele se casou em 12 de março de 1910 com a mãe de Antero, a dona de casa Josephina Francisca de Oliveira dos Santos, filha de Anna Maria de Oliveira e de Baltazar Francisco de Oliveira, moradores de "Cangussú".


Genealogia de Antero Pereira dos Santos

Jovita Campello Alves dos Santos foi benzedeira e dona de casa. A mãe dela se chamava Marciana Campello, que nasceu ou foi registrada em 1877, e era filha de famílias francesa e italiana, ferroviários de Monte bonito: francesa por parte de sua mãe, Clara (?) Campello; e italiana por parte de seu pai Florisbello da Costa Campello. E Izabellino Alves, agricultor radicado no Brasil que, segundo sua neta Lacy Alves dos Santos Farias, desertou da "guerra de 24" ao fugir de seu país de origem, a Argentina. De acordo com os registros de casamento de Marciana e Izabellino, ele seria filho de Mathildes e de Bonino Alves. O casal oficializou sua união em 1896.
Genealogia de Jovita Campello Alves

Lacy Alves dos Santos e Saul Portella Farias moraram nas proximidades da mesma caixa d´água da Bom Jesus na infância de seus filhos Joel (1955-1999) e Ezaul (1958-1997), respectivamente bancário e comerciante (uma boa parte de sua vida ele teve um açougue, entre outros negócios, na Av. Ferreira Vianna, onde morava com sua ex-esposa Nara Girão).

Joel e Ezaul, ainda na infância; e o casal Lacy
e Saul pescando, seu passatempo preferido

Saul teve um primeiro açougue na esquina da Rafael Pinto Bandeira com a Félix da Cunha, e depois abriu uma outra casa de carnes na avenida Domingos de Almeida em frente ao Ginásio do Areal, nos quais sempre contou com a ajuda de sua esposa Lacy. Mais tarde o casal adquiriu um terreno na Avenida Rio Grande do Sul, no Laranjal, onde moraram e tinham 2 salas comerciais (segunda foto abaixo): na primeira ficava localizado o açougue de Saul, e na segunda uma loja de presentes administrada por Lacy.

O antigo açougue de Saul na esquina da Rafael Pinto Bandeira com a Gonçalves Chaves; e prédio onde
funcionou sua última casa de carnes, na Av. Rio Grande do Sul, no Laranjal (Fotos de Bruno Farias)

No fim de sua vida, Saul arrendou um campo na Estrada do Laranjal em frente ao Las Acácias, bem ao lado das terras da família Oliveira, onde ele criava cavalos, porcos e galinhas e também vacas leiteiras, cujo leite era vendido ou trocado por outros gêneros.
O ferro de marcar gado que pertenceu a Saul Portella Farias e o freio
usado para montaria em seu petiço Faísca (Fotos de Bruno Farias)

Além da charrete, puxada pelo petiço "Faísca" nos últimos anos antes de ser vendida, Saul também tinha uma Rural azul que ele carinhosamente apelidou de Cigana. A velha caminhonete, que tinha os documentos atrasados e era ligada apenas por ligação direta, foi vendida pouco tempo antes do falecimento de Saul Portella Farias, em 1999.
O túmulo de Saul Portella Farias e de seus filhos
Ezaul e Joel dos Santos Farias (Bruno Farias)

Saul Portella Farias está sepultado no Cemitério Ecumênico São Francisco de Paula, junto aos seus filhos Ezaul e Joel. Eles faleceram em 1995, 1997 e 1999, em Pelotas/RS. Seguem abaixo alguns documentos relacionados à família de Lacy Alves dos Santos Farias e seus antepassados. Os primeiros são referentes ao casamento dos avós maternos de Lacy, Izabellino Alves e Marciana Campello:

Izabellino Alves e sua esposa Marciana Campello, pais de Jovita Campello
Alves dos Santos e avós maternos de Lacy Alves dos Santos Farias
 
Registro de casamento de Izabellino Alves e Marciana Campello,
guardado no Cartório Dunas, em Pelotas/RS (parte 1)
 
Registro de casamento de Izabellino Alves e Marciana Campello,
guardado no Cartório Dunas, em Pelotas/RS (parte 2)

Abaixo segue o registro de casamento de 1910 dos avós paternos de Lacy, Josephina Francisca de Oliveira e de Galdino Campello Alves, registrado no Cartório do Terceiro Distrito de Pelotas (Cerrito Alegre), livro B1 - Casamentos 15-08-1897 a 26-07-1913 - No. 1 a 367 (Folhas 169 e 170, registro No. 318):

Antero Pereira dos Santos e sua mãe Josephina Francisca de Oliveira dos Santos





Nenhum comentário:

Postar um comentário