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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Charqueada São João - Pelotas/RS


Mostrarei aqui uma sessão de fotos feita em 2010 na Charqueada São João, em Pelotas, um dos lugares nos quais conta-se que Francisco de Paula Farias trabalhou ao longo de sua vida. A título de curiosidade, ali foram gravadas cenas da série "A Casa das Sete Mulheres", da Rede Globo. Dos pontos de visitação turística abertos para visitação no município é, sem dúvida, o que melhor mostra funciovam os estabelecimentos saladeiris que enriqueceram não só a cidade como todo o Rio Grande do Sul. Iniciamos vendo algumas peças que mostram um pouco sobre os escravos, principal força de trabalho da época.

Os escravos:

Esse F marcado em uma das portas da charqueada era a marca que era
gravada, a ferro quente, nos escravos rebeldes e fujões (Bruno Farias

O grilhão era usado para manter os escravos acorrentados a
 um lugar fixo, como uma parede, por exemplo (Bruno Farias)
Mais grilhões, dessa vez ainda presos ao suporte que os mantinha fixados à parede ou ao chão (Bruno Farias)
 
E a bola de ferro atrapalhava as tentativas de fuga (Bruno Farias)
A grutinha dedicada a São João que deu nome à charqueada, e os santinhos de pele escura encontrados
escondidos sob as conchas que ornam o altar durante uma limpeza feita anos atrás (Bruno Farias)  


  
Réplica do pelourinho colocada ao lado da grutinha
dedicada a São João e em frente à senzala (Bruno Farias) 
 


Também está exposto na charqueada o busto de uma filha de escravos nascida após a Lei do
Ventre Livre. Ela nunca saiu do estabelecimento por vontade própria, mesmo após a abolição da
escaravatura, e faleceu ali mesmo com aproximadamente 100 anos de idade (Bruno Farias)



A fonte, a senzala. o pelourinho e a velha figueira (Bruno Farias)


Hall de entrada:

A porta que fecha a entrada principal da charqueada  
antes pertenceu ao Banco Pelotense (Bruno Farias) 


No hall de entrada, um velho tarro de leite, um caldeirão de ferro fundido
e duas rodas de carroça, entre outros apetrechos (Bruno Farias)
 
Placa em homenagem a Auguste Saint Hilaire, um dos mais ilustres visitantes
da charqueada que esteve em Pelotas no início do século XIX (Bruno Farias)
 
Carrinho usado para puxar as carcaças dos bois até o local onde
eram descarnados e carneados após serem abatidos (Bruno Farias)


Salão dos tropeiros:


Essa era a sala onde os tropeiros ficavam após trazerem as tropas de animais
para serem abatidos nas charqueadas. Eles não tinham contato com os
escravos para que não informassem a eles possíveis rotas de fuga (Bruno Farias)
 
Aqui estão expostas algumas armas usadas não só pelos
colonizadores da região como pelos indígenas  (Bruno Farias)

Como o revólver... (Bruno Farias)
  
...a bainoneta... (Bruno Farias)
  
...e a espingarda (Bruno Farias)
 
Alguns objetos dos índios minuanos são os remos... (Bruno Farias)

...e o arco e flecha (Bruno Farias)

Támbém podem ser vistos no ambiente alguns objetos de prata, além dos instrumentos usados
no corte do gado da charqueada, apetrechos para montaria, entre outros (Bruno Farias)

Pátio interno:

A charqueada tem o formado quadrado como o de um forte, com um pátio interno que protegeria
os seus moradores no caso de uma possível revolta por parte dos escravos (Bruno Farias)

Algumas das peças expostas no pátio interno junto às peças referentes aos escravos: o pilão, o caldeirão de ferro fundido e a salamandra usada para se fazer o fogo que aquecia algum ambiente interno (Bruno Farias)

Caldeira de ferro fundido (Bruno Farias)

Vaso de barro usado para armazenar água potável (Bruno Farias)

Um comentário:

  1. MINHA MÃE ERA DESSA FAMILIA CHAGAS E FARIAS DE HERVAL ,COMO FUI ATODADA GOSTARIA DE SABER O NOME DE MMEUS AVÓS ,, A ESSA FAMILIA

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