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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

1858: Francisco de Lemos de Faria e Joaquina Lopes de Lemos, pais de Januário Lemos Farias



Documento comprova que os pais de Francisco de Paula Farias se chamavam Thimothea e Januário Farias (Nascimentos - 14/10/1914 - Cartório Dunas, Pelotas/RS - Foto de Bruno Farias)

Sabe-se através de diferentes documentos de época que os pais de Francisco de Paula Farias (1867-1941) se chamavam Timóthea Maria da Conceição Farias e Januário Farias. Através do site de genealogia FamilySearch foram encontrados registros de um homem chamado Januário Lemos Farias batizado em 14/08/1858 em São Luiz Rei, Mostardas/RS, filho de Francisco de Lemos de Faria e de Joaquina Lopes de Lemos. 
 
1858 - Ficha de registro de batismo de Januário Lemos Farias (site FamilySearch)

Segundo o site de genealogia Família Brum & Cia, Francisco de Lemos Farias "...nasceu em 8 novembro 1805 em Mostardas, RS, BR e foi batizado em 1 dezembro 1805 em Mostardas, RS, BR. Ele casou-se com Joaquina Lopes de Lemos em 24 agosto 1840 em Mostardas, RS, BR. Joaquina Lopes de Lemos 1 nasceu em Mostardas, RS".

Casamento de Francisco de Lemos de Faria e Joaquina Lopes de Lemos em 1840 (Site Família Brum & Cia)

O mesmo site conta que Joaquina era "filha de pais incógnitos, e foi exposta na casa de José Ignácio de Lemos". E que Francisco de Lemos de Faria era filho de Francisco Ignácio de Lemos e de Felicidade Pereira Chaves, casados em Mostardas/RS em 06/01/1805. Clique aqui para saber mais sobre Francisco Ignácio de Lemos e Felicidade Pereira Chaves, pais de Francisco de Lemos de Faria.

Casamento de Francisco Ignácio de Lemos e Felicidade Pereira Chaves em 1805 (Site Família Brum & Cia)

Na época, meados do século XIX, Mostardas exportava diversos bens e tinha um fluxo de remessas de mercadorias considerável: "O comércio de exportação do município de Mostardas era muito intenso. Para se ter uma imagem do movimento de exportação de Mostardas, já em 1869. segundo documentos oficiais, eram enviados para vários pontos do Império e estrangeiro os mais variados produtos, tais como: 20.000 varas de tecidos de lã; 8 000 cobertores; 3.000 colchas; 1.000 varas de tecidos de algodão; 500.000 kg de cebola em réstias: 6 000 sacos de milho: 1.500 sacos de feijão; 4.000 sacos de cevada; 1.000 sacos de centeio: 500 sacos de trigo; 500 sacos de batatas: 200 sacos de caroço de algodão: 20.000 abóboras e 3.000 réstias de alho. Muitos dos produtos exportados na metade do século passado, nem são mais produzidos no Rio Grande do Sul, e muitos deles o País inclusive importa do exterior." (Fonte: site "Mostardas Online" baseado em matéria publicada no Jornal do Comércio em 22/09/1980, página 9)

 A lã, a cebola e a batata eram alguns dos produtos exportados em grande quantidade pelo porto de Mostardas/RS na segunda metade do séc. XIX (Fotos de Bruno Farias)


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